quinta-feira, 24 de julho de 2014

Fiat apresenta série Itália do Grand Siena


Após as sucessivas apresentações de modelos Fiat na série especial Itália (Uno, Palio, Strada, Punto e Idea) desde 2012, é a vez do Grand Siena ser oferecido com este pacote de equipamentos. Por fora, as únicas diferenças estão nos faróis com máscara cinza-metálico e o logotipo Itália nos para-lamas dianteiros.

Baseado na versão Essence, a mais equipada, o Grand Siena Itália oferece todos os itens deste modelo, além de: rádio Connect CD MP3/WMA com entrada USB, viva voz Bluetooth e função Audio Streaming, volante revestido em couro com comandos do rádio, retrovisores elétricos (o direito com Tilt Down: ao engatar a marcha-ré, inclina para baixo, para facilitar o estacionamento) e vidros elétricos dianteiros e traseiros. Seu preço é de R$ 49 450.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nissan apresenta linha 2015 do Sentra


Ao primeiro olhar, nada mudou no Nissan Sentra 2015 - e de fato não houve grandes alterações na linha, que estará nas concessionárias a partir do início. A novidade para os compradores da versão SV (que custa R$ 70 390) é a inclusão dos bancos de couro na lista de itens de série. Além disso, é apresentada a versão SL sem teto solar elétrico, que custa R$ 74 690, frente aos R$ 75 990 do SL com o equipamento. 

Lançado em setembro do ano passado, o novo Sentra teve evolução de vendas de 116% no primeiro semestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2013, tornando-se o quarto sedan médio mais vendido. Na versão de entrada, 2.0 S (R$ 64 090), o modelo traz direção elétrica progressiva, ar-condicionado, ignição do motor por botão, chave presencial i-Key, rodas de liga leve aro 16'', comandos de som no volante, abertura/fechamento das portas/porta-malas e acionamento do alarme através de controle remoto, banco traseiro bipartido (60/40) e dobrável (180 graus), computador de bordo (com funções de medição de consumo médio de combustível, tempo de viagem, velocidade média, autonomia, temperatura externa e aviso de abertura das portas), retrovisores externos com regulagem elétrica, volante revestido em couro, maçanetas externas cromadas, lanternas com luzes de LED e rádio CD Player com MP3, função RDS, Bluetooth e quatro alto-falantes de série.

O motor 2.0 16v rende 140 cavalos @ 5100 rpm e torque de 20,0 kgfm @ 4800 rpm, com opção de câmbio CVT (continuamente variável) nas versões SV e SL, enquanto na versão S a transmissão é manual, de seis marchas.



Versão Tendance do Citroën C4 Lounge ganha motor THP


Antes disponível apenas no Citroën C4 Lounge Exclusive, a versão topo-de-linha (que atualmente parte de salgados R$ 81 490), o motor 1.6 THP aliado ao câmbio automático sequencial de seis marchas passa a estar disponível também para a versão Tendance (intermediária, acima da Origine, que parte de R$ 62 490). Para distinguir o novo modelo, atente ao para-lama dianteiro (sem o logotipo "Exclusive" estilizado) e à tampa do porta-malas (com o emblema THP). 


Com cerca de 8 mil unidades comercializadas no Brasil desde seu lançamento, o C4 Lounge deverá ter 70% de suas vendas representadas pelas versões com o motor THP, que possui injeção direta sequencial, turbocompressor do tipo Twin-scroll, cabeçote de 16v (com duplo comando de válvulas), bomba eletrônica de alta pressão, bomba de óleo com gestão de vazão e cárter duplo, gerando 165 cavalos @ 6000 rpm e torque de 24,5 kgfm @ 1400 rpm - 4000 rpm. Movido unicamente a gasolina, o C4 aclera de 0 a 100 km/h em 8,2 segundos e alcança a velocidade máxima de 214 km/h.


De série, o C4 Lounge Tendance THP vem com ar-condicionado digital automático bi-zone, freios ABS com REF (Repartidor Eletrônico de Frenagem) e AFU (Auxílio à Frenagem de Urgência), rodas aro 17" "Arena", dois airbags (frontais), alarme periférico, volumétrico e anti-levantamento, faróis com acendimento automático, limitador/regulador de velocidade, sensor de chuva, luzes de posição em LEDs, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento traseiro, central multimídia com tela de sete polegadas (não tátil), GPS, CD, MP3, espacialização do som e comandos no volante, bancos e volante revestidos em couro e ponteira dupla de escapamento.


Com três anos de garantia e disponível nas cores Gris Aluminium (cinza metálico), Noir Perla Nera (preto metálico), Blanc Banquise (branco sólido), Gris Moondust (cinza metálico), Blanc Nacré (branco perolizado) e Bleu Bourrasque (azul metálico), o C4 Lounge Tendance THP parte de R$ 76 690.


domingo, 20 de julho de 2014

Comercial - Nissan New March (GPS)



As propagandas do New March estão dando destaques a itens isolados: primeiramente a câmera de ré, e agora, a central multimídia de 7 polegadas, que possui GPS e pode se integrar com smartphones através do aplicativo NissanConnect.

sábado, 19 de julho de 2014

Mazda 2/Demio é renovado no Japão


Lançado em 1996, como 121, e tendo mais de 2,4 milhões de unidades comercializadas no mundo durante estes 18 anos, o Mazda 2 - também conhecido como Demio, no Japão e em outros mercados - chega agora à quarta geração, com estilo inspirado no Hazumi Concept (apresentado no Salão de Genebra este ano) e alinhado às novas tendências da marca, remetendo em especial aos Mazda 3 e 6.


Fabricado na planta de Hofu (ao sudeste de Hiroshima, Japão), o Mazda 2 terá motorizações 1.5, SkyActiv-D (a diesel) e SkyActiv-G (a gasolina), ainda sem especificações reveladas. O câmbio poderá ser manual ou automático.



As formas internas foram simplificadas, mas o Mazda 2 ganhou sofisticação: head-up display, quadro de instrumentos com dados digitais, ar-condicionado com graduação entre 18 e 32 graus, modo Sport de condução e central multimídia MZD Connect no alto do painel, comandada por botões no console central.


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Recall do Chevrolet Camaro (2010 a 2014)


A Chevrolet está convocando no Brasil unidades do Camaro SS, produzidas entre 20 de julho de 2010 e 01° de junho de 2014, para a substituição da chave de ignição: existe a possibilidade de contato do joelho do motorista com a chave durante a movimentações das pernas no interior - especialmente se você, como eu, for uma pessoa alta. 

Caso haja forte contato do joelho com a chave, pode ocorrer o giro dela no sentido anti-horário, causando o desligamento e sua parada repentina, com risco de acidentes e lesões graves aos ocupantes.


Até a substituição da chave, a Chevrolet recomenda posicionar-se no do banco do motorista de modo a evitar a proximidade do joelho com a atual chave de ignição. O tempo estimado da substituição da chave é de aproximadamente 30 minutos.

Chassis envolvidos

De B9110300 a E9318718

Maiores informações

0800 702 4200

Eis os novos smart: fortwo e forfour


A smart reinventa o fortwo em sua terceira geração - em comum com o modelo anterior (lançado há sete anos), apenas o comprimento de 2,69 metros, embora o carrinho pareça ter crescido (apenas na largura houve aumento de tamanho), com o capô alongado e o estilo mais robusto, denominado FUN.ctional: com inspiração nos carros-conceito forvision, de 2011, e for-us, de 2012, a frente ostenta faróis menos afilados e grade superior ampla; de traseira, destacam-se as lanternas mais retangulares. E, para provar que sua segurança é inversamente proporcional ao seu tamanho, a Mercedes-Benz promoveu um crash-test (50% da área frontal) a 50 km/h contra o Classe S, um dos maiores e mais pesados modelos da marca. Resultado: os ocupantes do smart possuem grandes chances de saírem ilesos, com a célula de sobrevivência preservada, a despeito do Classe S pesar mais que o dobro do fortwo.


Junto com o novo fortwo chega o forfour - este nome chegou a ser utilizado em outro modelo da smart, que teve vida curta (foi produzido entre 2004 e 2006) e, fora o design, não tinha similaridades com o fortwo da época (era baseado no Mitsubishi Colt). Aliás, outra montadora foi parceira no desenvolvimento dos dois novos modelos: a Renault. Cerca de 70% dos componentes dos smart são compartilhados com a nova geração do Twingo.

Apesar de parecer bem grande ao lado do fortwo, o forfour possui apenas 3,49 metros de comprimento, seis centímetros a menos que o Fiat 500. Largura (1,66 metro) e altura (1,55 m) são iguais em ambos. Curiosamente, o porta-malas é maior no fortwo: 260 versus 185 litros. O forfour, porém, pode ter o banco traseiro rebatido e levar 730 litros de bagagens, ou 975 L até o teto. Seu design é influenciado pelo conceito FourJoy, apresentado no ano passado. Está disponível para o modelo quatro-portas uma cobertura retrátil, de tecido.


Totalmente renovado, o interior possui estilo moderno, ainda que aqui sejam perceptíveis os componentes compartilhados com o novo Twingo: maçanetas, comandos dos retrovisores, quadro de instrumentos (grafias e a tela central são diferentes nos modelos), rádio double-DIN e até a alavanca de câmbio. Como itens opcionais, central multimídia com tela sensível ao toque e sistema de som da JBL, com 240/320 W (no fortwo e no forfour, nesta ordem). O aumento de 10 centímetros na largura certamente influiu para a melhoria do espaço interno.


O fortwo manteve o característico tridion, parte exposta de sua célula de sobrevivência que pode receber cor diferente dos painéis plásticos da carroceria. A cor da grade superior agora é variável, existindo cerca de 40 combinações de tonalidades. Serão oferecidas três versões: passion, prime e proxy, além da edição especial de lançamento, #1, com o tridion pintado na cor Lava Orange no fortwo e Graphite Grey no forfour, sempre com os painéis de carroceria na cor branca.

Estarão disponíveis três motorizações a combustão: 1.0 aspirado de 71 hp, 0.9 turbinado de 90 horsepower e, alguns meses após o lançamento, a motorização de entrada, com 60 hp, todos com câmbio manual de cinco marchas ou o twinamic, de seis marchas e dupla embreagem. Também está prevista a versão elétrica.

Os smart trazem de série o Crosswind Assist, ativo a partir de 80 km/h, que equilibra a carroceria da ação dos ventos em estradas. Há também freios ABS, controles de estabilidade e tração, Lane Keeping Assist e Forward Collision Assist (estes dois últimos itens, opcionais), além de airbags frontais, laterais e para o joelho do motorista.

A aparição dos novos smart está marcada para o Salão de Paris (França). O fortwo é produzido em Hambach (França), planta que recebeu investimento de 200 milhões de euros, enquanto o forfour será produzido com o Twingo em Novo Mesto (Eslovênia).


Marchas: discutindo a relação [Metralhadas do Kamikaze]


Foi ainda em abril, mas justamente enquanto eu perguntava a opinião do Júlio sobre o tema a ser finalmente abordado hoje, que partiu o convite para eu contribuir com uma coluna quinzenal para o Auto REALIDADE.




Em alguns segmentos, como o dos sedãs médios, o câmbio manual é cada vez mais relegado a um segundo plano, embora persista para atender sobretudo àquela minoria dentre o público-alvo que ainda tem algum temor quanto à manutenção de um automático, objeções contra prejuízos ao desempenho e à economia de combustível (problemas cada vez mais atenuados nas novas gerações, diga-se de passagem), ou simplesmente ainda alegue preferir "ter mais controle" como é o caso da minha avó materna que odeia câmbio automático tão visceralmente quanto eu odeio desarmamentistas. Pois bem, modelos como o Toyota Corolla e o Nissan Sentra atualmente contam com 6 marchas nas respectivas versões de câmbio manual, mas a meu ver o escalonamento visando uma pegada mais "esportiva" acaba não fazendo tanto sentido diante da penetração desses modelos junto a segmentos tidos no mercado brasileiro como "nobres".


No caso particular do Sentra, hoje na sétima geração mundial, considero oportuno recordar a terceira geração, última a ser oferecida com um câmbio manual de 4 marchas como alternativa mais em conta ao de 5 que então se firmava como padrão no segmento. Em testes oficiais conduzidos pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) americana, eram atribuídas médias de consumo na faixa de 10 km/l em percurso urbano e 13,2 km/l em rodovia para as versões com motor 1.6L a gasolina e câmbio manual de 4 marchas, contra 10 km/l e 14 km/l com o câmbio de 5 marchas, embora tais classificações sejam muito contestadas por proprietários que, em condições reais de uso alheias ao pouco apurado protocolo dos testes da EPA, acabam alcançando uma maior economia de combustível com o câmbio de 4 marchas.


Pode-se atribuir inicialmente à quase imperceptível redução de peso e aos menores atritos internos no câmbio resultantes da ausência de uma 5a marcha um ponto favorável à eficiência geral, mas há outros fatores que podem ser até mais decisivos como o escalonamento das marchas e a redução final do diferencial. Para quem é pouco familiarizado ao funcionamento de um câmbio, a grosso modo esses valores resultam da relação entre o número de dentes da engrenagem de cada marcha e das duas principais engrenagens do diferencial (coroa e pinhão). De qualquer maneira, como a oferta dos sedãs médios de fabricantes japoneses por aqui já vinha orbitando o mercado americano, também fomos direcionados à percepção de uma maior quantidade de marchas como algo indiscutivelmente melhor...


Outro caso peculiar é o dos Volkswagen com motor traseiro: da Kombi ao Karmann-Ghia, ainda que as carcaças dos câmbios fossem muito semelhantes por fora, ao longo do tempo houve uma grande variedade de relações disponíveis para cada marcha, bem como conjuntos de diferencial, visando não apenas atender aos diferentes fatores de carga aos quais cada modelo estaria submetido mas também possibilitar um melhor aproveitamento do que cada motor tinha a oferecer, além de inúmeras opções oferecidas pelo mercado de preparação para atender às mais variadas demandas, sendo possível ir desde um conjunto com relações mais próximas (close-ratio) para um feeling mais "esportivo" a outro com maior espaçamento entre as marchas (wide-ratio) de modo a permitir um bom equilíbrio diante das diferentes condições de rodagem que possam ser encontradas não apenas numa pista de competição mas também em trânsito urbano e rodoviário.


Cabe mencionar ainda que o mesmo câmbio dos Volkswagen de motor traseiro ainda podia ter o sentido de rotação facilmente invertido ao montar a coroa do diferencial no lado direito ao invés do esquerdo quando visto por trás, o que viabilizou o uso da mesma carcaça básica também na primeira geração da Kombi mesmo com o uso de caixas-satélite nas pontas de eixo para aumentar a redução final.


Tal característica acabou sendo aproveitada também ao adaptar o mesmo câmbio para aplicação nos primeiros modelos com motor dianteiro da marca como o Passat, diminuindo o custo de desenvolvimento do projeto.


Outra característica apreciada no antigo câmbio de 4 marchas da Volkswagen era a maior resiliência a condições de uso severo, desde a combinação do ambiente rigoroso no deserto e a negligência dos motoristas enfrentada pelo Passat LSE exportado regularmente ao Iraque até a inexperiência de muitos consumidores americanos diante do câmbio manual de um modo geral quando o Voyage era enviado à terra do Tio Sam, rebatizado como Fox e servindo de alternativa mais em conta ao Golf alemão. Vale lembrar que na mesma época o câmbio manual de 5 marchas já era opcional no Brasil para ambos os modelos...


Para o americano médio, considerado um tanto "preguiçoso" por estar habituado a uma presença maciça do câmbio automático em todos os segmentos do mercado automotivo, a eventual "obrigação" de encarar o câmbio manual em versões pé-de-boi de modelos como o Hyundai Excel e o Toyota Tercel era considerada quase um sacrifício em nome da economia de combustível, e assim a opção por 4 marchas ao invés de 5 soava atraente. Os pães-duros de plantão ainda podiam apontar que, por não ficar caçando marcha com tanta frequência, a durabilidade do conjunto de embreagem tornava-se mais longa, diminuindo os gastos com reposição de peças ao longo da vida útil do veículo...


Durante a década de '90, com o ciclo de testes da EPA começando a favorecer os câmbios manuais close-ratio em oposição aos wide-ratio, fazia mais sentido para os fabricantes oferecerem essa opção, e como as relações das marchas normalmente eram mais longas se fazia necessário encurtar a do diferencial para manter alguma agilidade nas arrancadas e retomadas, tendo na maior quantidade total de marchas uma alternativa para tentar manter faixas de rotação mais contidas em velocidade de cruzeiro. Tal característica desagrada a muitos usuários que procuram o câmbio manual apenas em virtude do menor consumo em comparação a um automático, mas faz a alegria de quem se deixa influenciar por modismos de gosto duvidoso e eficácia técnica questionável E se ainda assim algum herege insistir que um Mitsubishi Eclipse ficaria "menos esportivo" caso tivesse sido oferecido com um câmbio manual de 4 marchas escalonado de forma mais correta que o de 5 originalmente usado, precisaria ser levado para um belo "exorcismo" a bordo dum esportivo clássico como o Puma GTB...


Também foi a partir da década de '90 que o mercado brasileiro passou a relegar o câmbio de 4 marchas, injustamente, à obsolescência. Na segunda metade da década, já persistia apenas na vetusta Kombi, embora pudesse atender com folga também ao então campeão de vendas Gol "bola".


Desconsiderando algumas motonetas, o último veículo de fabricação nacional a se manter em produção com câmbio manual de 4 marchas foi justamente a Kombi, que só foi sair de linha no segundo semestre de 2013. Antes da última substituição de motor ocorrida em 2006, chegou-se até a especular que a quinta marcha finalmente seria implementada, mas tanto em função do espaço mais restrito para a montagem do câmbio quanto por considerações em torno da durabilidade do conjunto ao ser submetido a uma carga mais intensa pesavam contra.


Retomando o foco para projetos atuais destinados a mercados emergentes, como o Toyota Etios, não me pareceria tão difícil justificar um câmbio manual de 4 marchas como alternativa mais barata ao de 5 atualmente usado no modelo, visto que o mesmo já tinha ocorrido em modelos de porte e faixa de cilindrada semelhante até nos principais mercados mundiais, e também traria um leve impacto na contenção dos custos de fabricação que seria até bem adequado à proposta low-budget que norteou o desenvolvimento do modelo.


De um modo geral, embora um número menor de marchas pudesse ser inicialmente associado a uma imagem de retrocesso, quando corretamente escalonadas poderiam ainda se mostrar aptas a atender desde vovós metidas a piloto de fuga num sedã médio até quem use um modelo "popular" tanto a passeio quanto a trabalho...





Sobre o autor

Daniel Girald, gaúcho de Porto Alegre, mais conhecido como Kamikaze, estudante de Engenharia Mecânica com alguma experiência anterior em mecânica automotiva e de motocicletas, contribuindo no Auto REALIDADE quinzenalmente (na primeira e na terceira sextas-feiras de cada mês) para abordar temas técnicos escolhidos mediante sugestões de leitores, ou aleatoriamente entre as novidades mais destacadas no mercado como na estréia da coluna. Defensor ferrenho da liberação do uso de motores a diesel em veículos de qualquer espécie.


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