terça-feira, 21 de maio de 2013

Fiat Grand Siena Sublime chega por R$ 46 360


Apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo de 2012 (optamos por utilizar as fotos de Rafael Susae, livres do "tratamento artístico" que as montadoras realizam nas fotos de divulgação), o Fiat Grand Siena Sublime agora está disponível nas concessionárias. A série especial (também disponível para o Linea) traz como diferenciais os faróis de máscara acinzentada, retrovisores e plásticos do para-choque na cor cinza, frisos nas laterais e na tampa do porta-malas, plaqueta  "Sublime" na porta dianteira e rodas na cor branca. Estão disponíveis as cores Branco Kalahari e Preto Vulcano.

Por dentro, uma mescla das cores bege e marrom nos bancos e painéis de porta. Derivado do Grand Siena Essence, traz todos os seus itens de série, além de CD Player com MP3/WMA/RDS/Bluetooth/entrada USB, volante com comandos de rádio e trio elétrico completo. Usando motor 1.6 16v de 115/117 cavalos e torque de 16,2/16,8 kgfm (com gasolina/etanol, nesta ordem), o Grand Siena Sublime custa R$ 46 360.



Novo Corolla será apresentado nos EUA em junho


A Toyota confirmou para o dia 6 de junho a apresentação da nova geração do Corolla nos Estados Unidos. Por enquanto só foi liberada essa imagem da versão esportiva S, que revela que o sedan segue a ter lanternas que adentram na tampa do porta-malas e uma bela tonalidade de azul disponível. No Brasil, ainda não há definição de sua chegada, mas é certo que o Corolla nacional será mais parecido com o norte-americano do que com o japonês Axio, apresentado em 2012.

Vídeo: Forza Motorsport 5 - Trailer



Mitsubishi Attrage, sedan do Mirage



A Mitsubishi revela a primeira imagem do Attrage, baseado no hatch Mirage (ao lado). Seu estilo é basicamente o mesmo do Concept G4 (devidamente adaptado a um carro de produção) e possui personalidade frente ao carro que lhe deu origem, inclusive na frente, com faróis, grade, para-choques e rodas exclusivos. 

Esta por enquanto é a única imagem do Attrage, mas sua traseira deverá ser bem parecida com a do Concept G4, sem aerofólio ou spoilers e com lanternas mais simples, vermelhas. Já o interior deverá ter poucas diferenças em relação ao do Mirage (abaixo).
 



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Novos Renault Logan e Sandero, em breve no Brasil


A segunda geração de Logan e Sandero, primeiramente apresentada como Dacia no Salão de Paris de 2012, deverá chegar em breve ao Brasil, com poucas diferenças em relação aos carros das imagens, com o logotipo Renault e pequenas alterações. Em dezembro de 2012, o Auto REALIDADE publicou uma projeção do Sandero com a frente no padrão Renault (veja aqui), o que se confirma agora. Diferentemente dos atuais Sandero e Logan, com personalidades diferentes, os novos carros são iguais até a porta dianteira.



O interior mudou para melhor: o quadro de instrumentos é semelhante ao do Fluence e volante e console central (levemente saltado, lembrando um tablet) são diferentes dos equivalentes da Dacia (confira aqui). Os modelos serão produzidos no Brasil, sendo que o Logan deverá ser lançado primeiro, ainda em 2013, enquanto o Sandero só deve estrear no ano que vem.

domingo, 19 de maio de 2013

Aston Martin celebra centenário com conceito CC100


Fundada em 1913, a britânica Aston Martin está agora comemorando 100 anos com a apresentação do carro-conceito CC100 Speedster, que remete aos bólidos sem capota, como o DBR1 (1956). Construído artesanalmente, o CC100 traz os genes dos atuais Aston em sua frente, embora com elementos mais viscerais, como a grade agressiva, a ausência de para-brisa ou capota, a traseira curta com lanternas circulares e o generoso difusor de ar. Para facilitar o acesso ao interior, há uma porta vazada, que se abre para cima.



Com motor V12, o CC100 vai de 0 a 100 km/h em pouco mais de 4 segundos, chegando à velocidade máxima limitada eletronicamente de 290 km/h.


BMW atualiza o visual do Série 5 GT


A BMW promove leves alterações no visual do Série 5 Gran Turismo - tão discretas que se fez necessário exibir imagens do modelo original, apresentado em 2009. A linha 2014 do GT traz faróis baixos, altos e de neblina de LEDs (nas versões mais caras), piscas nos retrovisores, para-choques e rodas redesenhados, além de um leve prolongamento na traseira, que aumentou o tamanho do porta-malas em 60 litros, comportando agora 500 litros.


A traseira, ponto-de-discórdia do Série 5 GT (e ao mesmo tempo seu ângulo mais original), recebe lanternas levemente redesenhadas, com nova distribuição de luzes e mais integradas entre a parte lateral e a da tampa do porta-malas. O friso prateado, que ficava acima da placa de licença, desceu para a base da tampa do porta-malas. Os refletores do para-choque também são novos.
O BMW Série 5 GT pode ser equipado com motor seis cilindros em linha de 306 hp (535i) ou o novo 4.4 TwinTurbo de 450 horsepower (550i).




sábado, 18 de maio de 2013

"Alarme falso" da Volvo




Nesta semana, uma série de teasers apresentados pela Volvo levava a crer que um novo carro - no caso, um utilitário esportivo - seria apresentado nesta sexta-feira. Mas na realidade foi a prévia do clipe da música Leave The World Behind (com participação de Lune, Steve Angello, Axwell e Sebastien Ingrosso). O carro, bom, é o XC60 (que passou por um face-lift, apresentado no Salão de Genebra).

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Exportar importa muito [Alta Roda]


Exportação parece um tema sem grande importância para quem compra um automóvel produzido no Brasil. No entanto, esse é um motivo de preocupação. Afinal, o que dá grau de competitividade à indústria automobilística de um país é o seu nível de produção. O País é o quarto maior mercado do mundo e apenas o sétimo maior produtor, justamente por ter perdido sua capacidade de exportar.

Impacto positivo das exportações significa aumento de escala de produção. Isso, frequentemente, viabiliza tecnologias sensíveis a volume, em especial as maravilhas da eletrônica de bordo para segurança e conforto, além de melhorias de qualidade. No novo regime automobilístico Inovar-Auto estão contemplados investimentos fortes em pesquisa e inovação, mas não há objetivos claros para o mercado externo. Luiz Moan Yabiku Jr., novo presidente da Anfavea, coloca como bandeira de sua gestão a recuperação das exportações até 2017.

Ter produto com bom preço no exterior passa, obviamente, pela cotação do real. Tanto que em 2005, com câmbio favorável, quase 900.000 unidades (montadas e desmontadas), 35% da produção anual, deixaram os portos. No ano passado, apenas 470.000 unidades saíram do país, 14% do produzido. A meta para daqui a cinco anos é exportar 1 milhão de veículos (20% da produção). Seria um incomum cenário de equilíbrio: 5 milhões de unidades em vendas internas, 5 milhões produzidas, 1 milhão de veículos exportados e o mesmo tanto de importados.

No ano passado o Brasil importou 795.000 veículos, 70% mais do que exportou. Uma saída indica a desvalorização cambial – boa para exportar e segurar importações –, porém só colocaria a sujeira do custo Brasil para baixo do tapete. Um real fraco, por sua vez, aumenta os custos de certos componentes sofisticados, que continuarão a vir do exterior e aplicados em produtos nacionais.

Há várias sugestões de estímulos às vendas externas: simplificação do processo aduaneiro, mudanças na legislação burocrática e retirada de encargos fiscais indiretos ou invisíveis, na longa cadeia produtiva, estimados em quase 9%. Nenhum país se dá ao luxo de exportar impostos, típico cacoete brasileiro.

Alguns dos problemas históricos se concentram nos portos e o governo enfrenta resistências para vencer o arcaísmo. Só agora alguns deles passam a funcionar 24 horas por dia, fundamental para escoar volumes. Faltam, até, pátios para estocagem de veículos. Faz pouco tempo a guerra fiscal entre os portos estaduais, com desconto de alíquotas do ICMS, levava automóveis vindos do exterior a reconquistar boa parte da competitividade perdida com o imposto de importação. Em outros termos, desestímulo a quem produz internamente.

RODA VIVA

Projeção | Ítalo Borges

PARA fábrica de Betim (MG), Fiat também reserva novidades, que a coluna antecipa. Cronograma refere-se ao início de vendas. Começo de 2014: novo Fiorino (cara de novo Uno); um ano depois, início de 2015, novo Doblò (projeto 263); segundo trimestre de 2015, o aguardado subcompacto (projeto 344) sucessor do Mille. Strada cabine dupla de três portas, fácil de produzir, ainda sem confirmação.

ALÉM da GM, que já decidiu entrar no mercado de subcompactos (provável inspiração no sucessor do Opel Adam), Renault também vai mergulhar nos modelos pequenos de uso urbano preferencial. Projeto para o Brasil será específico, sem aproveitar quase nada do Twingo francês. Assim o VW Up!, talvez ainda no final do ano, terá muita concorrência à frente.

LEVANTAMENTO da Anfavea indica: 62 marcas de veículos leves e pesados – total de 1.744 modelos e versões – estão em lojas hoje. Compara-se apenas à China, estima a coluna. Ou seja, opções de sobra, concorrência acirrada.

ESCALADA dos juros básicos (Selic) não deve ser repassada para taxas do crédito ao consumidor. Estas dependem bem mais da inadimplência (que resiste a cair) e da disputa entre bancos e financeiras.


NOVO Maserati Quattroporte, por R$ 950.000, ficou maior (5,26 m de comprimento) e ao mesmo tempo apertado em nicho minúsculo do mercado. Impressiona pelos materiais internos de acabamento, em especial na parte inferior do painel, além de itens de conforto. Motor V-8, biturbo novo, de 3,8 L/530 cv/66,3 kgf∙m, apesar de 1.900 kg do carro, confere 0 a 100 km/h em apenas 4,7 s.

IMPORTAÇÕES recuaram 25% no primeiro quadrimestre de 2013 frente a 2012, segundo Abeiva, associação de empresas sem produção nacional. Por enquanto, a entidade não revisou suas previsões. Há sinais contraditórios, como a recuperação em abril de suas marcas, atribuída ao sistema de cotas do México que afetou, no mês passado, veículos importados por associados da Anfavea.

LEITORES reclamam que Detrans estaduais têm recusado, sistematicamente, cancelamento previsto em lei de multas de classificação leve para bons motoristas, transformáveis em advertência como viés educativo. Quem quer perder arrecadação? Depois negam existência da indústria de multas. Conversa que não dá para acreditar, desmistificada por fatos como esse.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).


VW apresenta duas novas versões do Gol: Rallye e Track


O Volkswagen Gol estreia duas novas versões com apelo aventureiro, estilo consagrado entre os brasileiros. O Track (abaixo) adota o mesmo para-choque adotado há pouco tempo na Saveiro, com grade inferior e moldura de plástico maiores, além de contar com faróis de máscara negra, adesivo lateral, rodas de liga leve aro 14'', aerofólio, refletores traseiros e molduras dos para-lamas. 



Seu motor é o 1.0 de 72/76 cavalos (com gasolina/etanol, nesta ordem) e torque de 9,7/10,6 kgfm. Com o combustível da cana-de-açúcar, a VW declara que o Gol Track faz de 0 a 100 km/h em 14,1 segundos, alcançando velocidade máxima de 160 km/h. De série, traz airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, desembaçador traseiro, travas e vidros dianteiros elétricos, abertura interna do porta-malas e banco do motorista com regulagem de altura, por R$ 33 060.


Já o Gol Rallye possui mais equipamentos e vem exclusivamente com motor 1.6, podendo ser equipado com o câmbio automatizado i-Motion, de cinco marchas. Traz o mesmo conjunto frontal da Saveiro Cross reestilizada, além de carcaças dos retrovisores prateadas e com repetidores dos piscas; apliques prateados nos para-choques e saias laterais; rodas aro 16'' e um leve incremento na altura em relação ao solo (2,8 centímetros). 

Vem de série com ar-condicionado, airbag duplo, freios ABS, trio elétrico, pedais de alumínio, coluna de direção ajustável em altura e distância, chave-canivete e destravamento interno automático da tampa do porta-malas. Como opcionais estão disponíveis o volante com botões de atalho, paddle-shifts e o sistema de som, rádio/MP3/CD com Bluetooth, entradas USB, auxiliar e interface para iPod. A VW declara que o Gol Rallye, com 101/104 cavalos e 15,4/15,6 kgfm de torque (com gasolina/etanol, respectivamente), chega a 100 km/h partindo da imobilidade em 10,3 segundos, chegando a 181 km/h.

O Gol Rallye 2014 custa R$ 45 850 sem opcionais e R$ 48 580 com câmbio i-Motion.


Comercial: Honda CR-V - Brinquedo de gente grande



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